O desemprego

O número de brasileiros à espera de uma oportunidade de emprego ainda é alto e acumulava 12,3 milhões de pessoas ao final de 2017.

A pesquisa “O desemprego e a busca por recolocação profissional no Brasil”, realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais mostra que o tempo médio de desemprego já chega a 14 meses entre os entrevistados, maior do que o observado em 2016, quando girava em torno de 12 meses.

“Tudo aponta para um cenário de recuperação no mercado de trabalho, mas este ainda é um movimento tímido e que, no momento, permanece concentrado na informalidade, o que implica em contratações sem carteira assinada e atividades feitas por conta própria”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

Como o desempregado se comporta neste momento?

O trabalho exerce um efeito protetor sobre a saúde, tanto a mental quanto a física e a psíquica. O risco de depressão é muito maior em pessoas inativas e até mesmo taxas de suicídio aumentam nos períodos de crise econômica.

É nesta fase que, não raro, a motivação passa a dar lugar novamente à ansiedade, melancolia, irritabilidade. Surgem ideias fantasiosas e o indivíduo se vê como um fracasso pessoal e social.

Muitas pessoas vivem altos e baixos em seu estado emocional, um dia estão super motivados, outros deprimidos.

Mexa-se

O importante é manter o foco na recolocação, não fique parado, esperando que vai cair do Céu um emprego. Se atualizando em cursos em sua área de atuação, participando de palestras, fazendo Networking online e offline (tomando um café com um amigo(a)). Fazendo seu marketing pessoal através das Redes Sociais.

Você provavelmente já ouviu falar nesta frase: “Quem não é visto, não é lembrado”. Compartilhe o seu conhecimento e mostre autoridade na sua área de atuação, além de melhorar sempre seu currículo, pois ele é seu cartão de visitas.

Fontes:

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/02/20/internas_economia,938839/tempo-medio-de-desemprego-ja-dura-1-ano-e-2-meses-diz-pesquisa.shtml

http://economia.ig.com.br/2018-02-20/tempo-medio-desemprego.html